segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

BOAS FESTAS

   Nesse domingo atletas da Braztennis se reuniram no módulo esportivo para a tradicional confraternização de final de ano, aproveitando é claro para bater uma bolinha, nosso presidente organizou um torneio de duplas e um bom churrasco para nos despedirmos em grande estilo do ano de 2014. Aproveito a oportunidade para desejar um Feliz Natal, e um Ano Novo cheio de realizações, para a nossa família Braztennis. Boas Festas!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Vivendo e aprendendo a jogar...

VOCÊ PODE DESISTIR DE UM objetivo. Você pode descobrir, no meio da estrada, que perdeu a vontade de conhecer o que havia no final dela. Ao longo do caminho, pode ter refletido e mudado de ideia sobre a importância de chegar lá. Isso acontece.
Temos aquelas famosas guinadas na carreira: um executivo da área automotiva que descobre que quer parar de poluir o mundo e plantar verduras sem agrotóxicos. Ou, alguém que abandona uma Faculdade de Direito no meio para entrar em Medicina.
O fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado – formado em Engenharia, pós-graduado em Economia – abandonou um emprego na Europa, na Câmara Internacional do Café, para abraçar sua paixão e viajar pelo mundo atrás de rostos e paisagens que o fizessem compreender melhor o mundo. O chefe dele na época achou que “Tião”, como gosta de ser chamado, havia ficado louco.
Mas não é sobre esse tipo de “desistência” corajosa de que vamos falar. A motivação para este assunto são as reações emocionais do italiano Fabio Fognini, vaiado em Miami, Monte Carlo e tantos outros torneios. Expliquemos.

Quatro saídas

Se um tenista está perdendo um jogo de tênis, pode ter basicamente quatro tipos de reações:
  1. Desistir, seja errando bolas de propósito ou usando um tipo crítico de senso de humor para se autoironizar na frente dos outros, agindo como se não se importasse com o resultado do jogo;
  2. Ficar com raiva, frustrado, e disparar xingamentos e autopunições para mostrar aos outros que ele se importa com o resultado do jogo, mas que, naquele momento, está sem competências para vencê-lo;
  3. Ficar com medo de perder, medo do que os outros (pai, mãe, treinador, dirigente) irão pensar a seu respeito e travar, não conseguindo fazer a bola passar do “T”;
  4. Enfrentar o desafio, entendendo que tudo o que pode fazer é dar o melhor de si e lutar até o fim, mesmo com o placar desfavorável, disputando cada ponto dando seu máximo.
No desempenho esportivo, “desistir” é o tipo de resposta que o jogador corajoso e forte mentalmente não terá. Frente a um desafio, o tenista de coragem não foge da responsabilidade de estar num mau dia ou da compreensão de que o adversário está jogando melhor do que ele.
Quando um tenista muito talentoso desenvolve um senso de superioridade extremo, não quer encarar a realidade de que há pessoas tão talentosas ou melhores do que ele. Ou, ainda pior, não quer enxergar e vivenciar a derrota para um tenista menos talentoso do que ele, mas com maior força mental.
É normal ficar frustrado ou com medo nos maus dias em quadra, mas o tenista diferenciado é aquele que não “foge da raia” no momento de encarar o problema

Fuga

Ousamos interpretar assim as oscilações de humor e performance de Fabio Fognini. Quando começa a fazer piadas consigo mesmo e com o público, está querendo dizer, por exemplo, que “esse adversário vencerá porque estou desistindo, não estou a fim de jogar hoje, e não porque ele é melhor do que eu”, ou algo do gênero. Agindo assim, mantém internamente seu senso de superioridade, e escapa do desafio.
O próprio Fognini, de 26 anos, sabe que o aspecto emocional é seu ponto fraco e diz estar trabalhando nisso. Chegar ao 13o lugar do ranking mundial não é para qualquer mortal, e Fognini tem mostrado qualidades indiscutíveis em sua carreira. No mesmo mês de abril deste ano – quando amargou derrota e desistência em Monte Carlo e Barcelona, respectivamente – foi o herói italiano da Copa Davis, vencendo o confronto contra Andy Murray em sets diretos.
Responda rápido: qual o tenista profissional que mais inspira os jovens tenistas a lutarem 100% em quadra? Qual o modelo de força mental inabalável? De coragem? De fair play? É  nele que devemos nos inspirar.
Trabalhar com profissionais especializados no aspecto emocional, ou trabalhar com um treinador que o compreenda e consiga motivá-lo, podem levar Fognini a postos ainda maiores, mas: será que o “buraco” é mais embaixo?
Ao escrevermos sobre a importância das atitudes dos adultos que cercam a criança que joga tênis e participa de torneios, pensamos também no futuro delas não apenas como tenistas, mas principalmente como pessoas autônomas. Se a criança é valorizada apenas quando vence jogos, e criticada em demasia quando perde, pode acabar desenvolvendo noções de valor e de autoestima que apenas funcionam quando as coisas vão bem.
Quando as coisas vão mal, uma pessoa com baixa autoestima quer apenas desistir, esconder a cabeça embaixo da terra como um avestruz, sumir. E o problema de Fognini pode ser simplesmente esse.
O jogo é apenas um jogo. Vencê-lo dá muito prazer, perdê-lo pode deixá-lo triste por alguns momentos, mas o resultado não é a medida de quem você é. Conseguir entender quem você é, seu interior, seus valores, qualidades e desafios, e amar a si mesmo profundamente, esse é o Grande Jogo. Quem sabe Fognini descobre isso a tempo...


Original: http://revistatenis.uol.com.br/artigo/acima-de-tudo_11766.html#ixzz3LiMxb471

Hora da troca de corda

POR ACASO JÁ PASSOU PELA SUA cabeça qual seria o momento exato de trocar as cordas de sua raquete? Esse questionamento raramente passa pela cabeça dos tenistas amadores, que, na maioria das vezes, esperam os filamentos quebrarem para encordoar novamente.
Por outro lado, no circuito profissional, a história é completamente diferente. Hoje, dificilmente se vê alguém estourar uma corda durante um jogo e há bons motivos para isso. Primeiramente, vale lembrar que aquele é o trabalho do jogador, cada ponto é extremamente importante, pois cada vitória vale dinheiro. A segunda razão é que o tenista (amador ou profissional), quanto mais tempo passa em quadra, mais aumenta sua sensibilidade quanto aos ajustes finos em seu equipamento e, com essa percepção, é possível sentir que sua raquete e suas cordas já não podem se comportar mais como poucas horas depois de encordoadas. O terceiro motivo é que o tenista profissional tenta, durante o jogo, ter a menor quantidade de variáveis possível, pois assim é mais fácil manter o ritmo e realizar um bom trabalho – se as condições de jogo mudam, há maior chance de perder.
Mas antes de falar sobre a hora certa para trocar de cordas, é preciso compreender como elas se comportam.

A batalha entre corda e raquete

É durante o encordoamento que a raquete sofre o maior estresse. Ela está sendo puxada de um lado para o outro e milimetricamente mudando de forma e tamanho. Depois disso, inicia-se uma batalha de forças entre a raquete e a corda, em que o objetivo maior do aro da raquete é voltar a seu estado de repouso, sem ser pressionado em lugar algum (seria como uma bexiga cheia de ar, se apertamos de um lado, o ar vai se mover para outro lugar, estufando onde achar mais conveniente), e a meta da corda é evitar que isso aconteça, mantendo a tensão instalada e o formato novo, normalmente menor do que o momento “relaxado” da raquete.
Nessa batalha, na maioria das vezes, quem vence é a raquete, por isso, podemos afirmar que todas, sim, absolutamente todas as cordas perdem tensão. Algumas mais, outras menos, mas todas perdem um pouco de tensão mesmo sem serem utilizadas. Estudos mostram que a maior perda de tensão ocorre logo nas primeiras 24 horas depois de encordoada, mesmo quando não é utilizada em jogo. Depois disso, há uma interrupção da perda, que é retomada quando em uso.
Por isso, os profissionais vão para a quadra com muitas raquetes e alguns exigem que suas raquetes sejam encordoadas o mais próximo possível do horário de sua partida. E aqui também temos a resposta do porquê de eles trocarem de raquete de tempos em tempos, pois sentem que a “batalha” entre raquete e corda está sendo vencida pelo aro e, nesse momento, detectam que é necessário encordoá-la novamente.


Original: http://revistatenis.uol.com.br/artigo/hora-da-troca-de-corda_11935.html#ixzz3Li5fo14d

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

TOP FIVE

                    
              Finalizado o ano esportivo nas quadras de tenis em Brazlândia, é hora de relaxar, hora de fugir do stress das competições, hora de viajar, hora de descansar fisica e mentalmente, hora de confraternizar , hora de comparecer à quadra somente pra jogar uma partidinha sem compromisso, hora de jogar uma partidinha de duplas , com bastante provocação e jogadas de efeito, hora de jogar com os filhos , hora de bater uma bolinha com a esposa, para alguns é hora também de se preparar para a temporada 2015, porque para um bom tenista, férias é só uma desculpa pra jogar mais tenis. 
             Confiram abaixo como ficou o Top Five 2014.

                                                                  João Henrique
 
       Rank: 
1   
     Points: 667
     Wins: 16 Losses: 4


Paulo Santana
Rank: 2    Rank Trend
Points: 581
Wins: 10 Losses: 8



Ricardo Pena
Rank: 3    Rank Trend
Points: 564
Wins: 13 Losses: 3


Gabriel de Jesus
Rank: 4    Rank Trend
Points: 463
Wins: 12 Losses: 6


Joaquim Agostinho
Rank: 5    Rank Trend
Points: 387
Wins: 8 Losses: 5

PARCEIRO BRAZTENNIS

Pintura das quadras
do módulo esportivo
Rogerio Rosso
Parceiro Braztennis
                    Deputado Federal eleito pelo PSD/DF, Rogerio Rosso é figurinha carimbada do álbum político de Brasília , já foi administrador de Ceilândia e Governador do Distrito Federal, mas é também uma pessoa simples e de muito bom trato.  Nos finais de semana gosta de pedalar a sua bike e fotografar as belezas da nossa cidade. Amante de rock e grande incentivador da prática esportiva, Rogério sempre colaborou patrocinando nossos torneios e nas pinturas das nossas quadras de tenis. Quando nos visitou no início da campanha eleitoral, firmou o compromisso de conseguir recursos para revitalização do módulo esportivo.
Com Renato Santana
em visita à Braztennis
                   Pelo seu comprometimento com as políticas públicas, pela sua visão inovadora e pelo carinho dispensado à nossa instituição é o homenageado do mês com o nosso sêlo de "PARCEIRO BRAZTENNIS".

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

ATB - FINALS - O GRANDE VENCEDOR

                   João Henrique é o grande vencedor do Torneio dos Campeões na cidade de Brazlândia. Nesse domingo na quadra do módulo esportivo depois de estar perdendo por 5-2 no primeiro set, João começou uma reação, chegou a empatar o set em 6-6 mas perdeu no tiebreak, No segundo set  João elevou ainda mais o nível do seu jogo venceu por  6-3, sempre trocando muitas bolas a cada ponto. Paulo que veio de um jogo nervoso e demorado na semi-final, não teve condições fisicas de suportar o jogo consistente do adversário e sucumbiu no terceiro set  perdendo por 6-2. Paulo ficou satisfeito com  o segundo lugar, já que veio de um ano difícil, onde teve que se recuperar de duas cirúrgias e ainda terminou o ano em segundo lugar do rank, agora é  melhorar muito o preparo físico e principalmente  o psicológico para a temporada 2015. Já João Henrique um atleta jovem,  que joga tenis a pouco mais de um ano e meio, ganha o Torneio do Campeões, desbancando vários medalhões da cidade e termina o ano como o melhor tenista da cidade, em primeiro lugar no rank ,  e de quebra leva uma boa premiação em dinheiro além do belo troféu oferecido pelo blog BRAZTENNIS ( www.braztennis.blogspot.com ) e entra de vez pra história do tenis na cidade.

              

OS MELHORES DROP SHOTS DO PLANETA